Mostrando postagens com marcador Sérgio Machado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sérgio Machado. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Serginho 'Malandro'

Serginho 'Malandro'


Sérgio Firmeza Machado, filho do ex-presidente da Transpetro, usou o cargo de diretor no Credit Suisse para atrair investidores para o seu fundo imobiliário.
Muitos empresários alegam agora à Polícia Federal que aportaram recursos achando que o fundo de investimento era do banco.

"Firmeza"

Sérgio "Firmeza" Machado: o sujeito já nasceu com alcunha.

O PATRIMÔNIO DE MACHADO NO EXTERIOR


Em seu acordo de colaboração premiada, Sérgio Machado 'esqueceu' de arrolar os bens no exterior: o seu apartamento em Paris, o de Expedito Neto em Londres e os três flats de Nova York que comprou para os filhos Sérgio Firmeza, Daniel e Tatiana.
Os bens somam mais de R$ 100 milhões e estão em nome de offshores.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Moro quebrou sigilos de Sérgio Machado antes de delação


Moro quebrou sigilos de Sérgio Machado antes de delação

Paulo Lisboa/Brazil Photo Press/Folhapress
Juiz federal Sérgio Moro defende cooperação internacional contra corrupção
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato

PUBLICIDADE
Antes de buscar uma delação premiada com a Procuradoria-Geral da República, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado teve seus sigilos bancário e fiscal quebrados pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, em inquérito sigiloso do qual é alvo na primeira instância.
O avanço das investigações contra si foi o que levou Machado a buscar uma delação. Nos própriosdiálogos que gravou com outros políticos, o ex-presidente da Transpetro relatou medo de ser preso por determinação de Moro e pede ajuda para que seu caso fique no Supremo.
Folha apurou que, no ano passado, a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba pediu a Moro as quebras de sigilo contra Machado, o que demonstra terem encontrado indícios de que seria necessário aprofundar as investigações.
Em dezembro, Machado foi alvo de operação de busca e apreensão solicitada pela Procuradoria-Geral da República, em complemento ao trabalho iniciado pela equipe de Curitiba.
Além das quebras dos sigilos, outros elementos usados pelos investigadores em Curitiba são documentos entregues pelo empreiteiro Leo Maniero, da empresa paulista Codrasa, relatando irregularidades na Transpetro.
O empresário disse, em um relato entregue por escrito, que a gestão de Sérgio Machado aumentou o superfaturamento das obras na subsidiária da Petrobras e que ele era o controlador do cartel na Transpetro.
A delação fechada por Machado também inclui a colaboração de um de seus filho, Expedito Machado Neto. O acordo de colaboração foi homologado na semana passada pelo Supremo. A informação foi divulgada pelo jornal "O Estado de S. Paulo". Expedito teria indicado aos procuradores o caminho do dinheiro desviado da Transpetro para políticos ligados ao PMDB.

SP lidera taxa de recusa a atender recenseadores do Censo 2022

SP lidera taxa de recusa a atender recenseadores do Censo 2022     IBGE passará a notificar condomínios e cogita recorrer a medidas judiciai...