quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Saiba quem serão os líderes dos partidos na Câmara em 2018

Saiba quem serão os líderes dos partidos na Câmara em 2018

11 siglas ainda não definiram nomes
Poder360 lista os mais cotados
Deputado federal mais votado em 2014, Russomanno comandará PRBMarcos Oliveira/Agência Senado - 27.set.2017

14.fev.2018 (quarta-feira) - 6h00
Muitos partidos devem aproveitar o período pós-Carnaval para definir quais serão os líderes de suas bancadas na Câmara para 2018. Parte das siglas já anunciou mudanças.
O líder de bancada é responsável, por exemplo, por orientar o voto dos deputados do partido e indicar integrantes para as comissões. Algumas legendas têm por prática realizar o rodízio, outras preferem manter o mesmo líder por anos a fio.

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A nomeação do líder para ano eleitoral é importante. O deputado Celso Russomanno (SP), por exemplo, comandará a bancada do PRB neste ano. Ele foi o deputado mais votado em 2014 e é alto puxador de deputados de sua coligação.
No DEM, Rodrigo Garcia (SP) também já foi confirmado como líder da bancada. Ele é pré-candidato a substituto de Geraldo Alckmin (PSDB) no governo de São Paulo.
O nanico PSL, de apenas 3 deputados, deve ter como líder o deputado Delegado Francischini (PR), atualmente do Solidariedade. A nomeação ainda não está confirmada: Francischini deve migrar para o PSL durante a janela partidária, que começa em março. Ele faz parte da leva de deputados da bancada da bala atraídos à legenda devido à filiação de Jair Bolsonaro (atualmente no PSC). Francischini substituiria Alfredo Kaefer (PR), que faz oposição ao controle do Livres no PSL e que deve deixar a sigla em breve.
Já no Solidariedade, com 14 assentos, o nome mais cotado é o do deputado Wladimir Costa (PA). Ele se tornou conhecido pela tatuagem falsa de Michel Temer na 1ª denúncia contra o emedebista. Também foiacusado de assédio por uma jornalista em Brasília.
Poder360 resume numa tabela os partidos que já anunciaram seus líderes e dá o nome do mais cotado para as siglas que ainda não oficializaram a mudança.

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domingo, 4 de fevereiro de 2018

O homem que ‘quebrou a espinha’ da inflação

O homem que ‘quebrou a espinha’ da inflação

Considerado ‘conservador’ por alguns analistas, ele recuperou a confiança no Banco Central

GABRIELA BILÓ / ESTADÃO
Contra a corrente. Goldfajn, na sede regional do Banco Central, em São Paulo: convicções firmes
Há 20 meses, o economista Ilan Goldfajn, fã de futebol e torcedor fanático do Flamengo, assumiu a presidência do BC em meio a uma grave crise econômica e inflação alta. Menos de dois anos depois, a inflação fechou 2017 em 2,95%. “Em política econômica, o ingrediente confiança é fundamental”, disse a José
Fucs. Hoje, Goldfajn exalta a “quebra da espinha da inflação” e a perspectiva de crescimento econômico.
Ao assumir a presidência do Banco Central, em junho de 2016, o economista Ilan Goldfajn encontrou um quadro sombrio. O País vivia a mais profunda recessão de todos os tempos, com desemprego recorde, e enfrentava uma crise política e moral que ameaçava paralisar a República. A inflação, de 8,9% ao ano, estava bem acima do teto da meta, de 6,5%. A taxa básica de juro, a Selic, usada como referência pelo mercado financeiro, alcançava 14,25% ao ano, a maior desde 2006, e o dólar comercial roçava R$ 3,70, refletindo as incertezas dos investidores. Em meio às adversidades, o nível de confiança de empresários e consumidores despencou, atingindo o mínimo histórico.
Hoje, vinte meses depois, a crise política e moral persiste, mas na economia, surpreendentemente, as nuvens começaram a se dissipar e os primeiros raios de sol surgiram no horizonte. A recessão ficou para trás, o desemprego recuou e o crescimento deverá alcançar entre 2,5% e 3% neste ano, segundo as projeções dos analistas. A inflação perdeu força e fechou o ano passado em 2,95%, abaixo do piso da meta, fixado em 3%, pela primeira vez desde que o sistema foi adotado pelo País, há quase 20 anos. Os juros caíram ao menor patamar da história, para 7% ao ano, e poderão cair ainda mais, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para terça e quarta-feira desta semana, se as previsões de mercado se confirmarem. O dólar baixou para R$ 3,20, uma queda de quase 15% desde meados de 2016, e a Bolsa de Valores, que antes parecia não encontrar o fundo do poço, agora bate seguidos recordes de alta, expressando a melhora das expectativas com o desempenho das empresas.
Considerando o conjunto da obra, trata-se de um resultado que nem os analistas mais otimistas previam que fosse possível alcançar em tão pouco tempo. Como diz o economista Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor do Banco Central e sócio da Mauá Capital, uma empresa de gestão de recursos, “se alguém do mercado dissesse que isso iria acontecer seria chamado de louco”.
Credibilidade. O mérito pelas conquistas na economia deve ser atribuído a toda a equipe econômica, comandada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Mas Goldfajn, com o apoio de seus colegas de diretoria do BC, tem boa parte da responsabilidade pelos resultados obtidos pelo governo. “O Banco Central tinha perdido completamente a credibilidade na administração anterior, submetido aos desígnios da então presidenta”, afirma o economista e escritor Edmar Bacha, um dos “pais” do Plano Real e diretor do Instituto de Estudos de Política Econômica/Casa das Garças, onde trabalhou com Goldfajn. “O Ilan conseguiu colocar a casa em ordem, num período muito curto e num cenário político complicadíssimo.”
Pelos resultados que alcançou num ambiente hostil, Goldfajn foi eleito pela revista The Banker, ligada ao jornal britânico Financial Times, como “banqueiro central do ano” de 2018. Ganhou o título global, obtido pela primeira vez por um brasileiro, e o regional, na América Latina. O prêmio, anunciado no início de janeiro, celebra os dirigentes de bancos centrais que se destacaram ao estabilizar suas economias e estimular o crescimento. “É bom que o Brasil seja reconhecido lá fora não só no surfe e no futebol, mas também numa área técnica como a do Banco Central”, diz o cientista político Fernando Schüler, do Insper, uma escola de negócios, direito e engenharia de São Paulo.
Reservado, como convém ao cargo que ocupa, com a fala mansa e uma preocupação visível em não ferir suscetibilidades no governo, onde o sucesso alheio costuma despertar sentimentos inconfessáveis, Goldfajn, de 52 anos, celebra o feito com sobriedade. “É uma grande honra”, afirma. “Já tinha recebido dois prêmios no ano passado (o de melhor presidente de Banco Central na América Latina, concedido pela revista Global Markets, e a nota “A”, conferida pela revista Global Finance), mas dessa vez foi algo maior.”
Alguns analistas dizem que Goldfajn foi beneficiado pela redução dos preços dos alimentos no ano passado, que deu uma grande contribuição para o combate à inflação. Falam, também, que, com a recessão, o desemprego e a queda do consumo, o mergulho da inflação era questão de tempo. “Essa queda da inflação não foi um acaso. Já havia vários elementos contratados para ela ocorrer antes da entrada dele no Banco Central”, diz Tony Volpon, economistachefe do banco suíço UBS, no Brasil, e ex-diretor da área internacional do BC na gestão Dilma.
No início de sua gestão, executivos do mercado também chamaram Goldfajn de “conservador” e criticaram a demora do BC em cortar os juros, diante do cenário recessivo. Ele acreditava que era melhor consolidar as expectativas antes de começar a reduzir os juros. No final, a inflação teve uma forte queda e o BC pôde, então, realizar uma política gradual de corte das taxas, cujos efeitos positivos se revelam agora em toda a sua extensão. “O nível de atividade estava fraco, mas a gente foi mais cauteloso e preferiu ancorar as expectativas antes de começar a flexibilizar os juros. No final, isso ajudou a quebrar a espinha da inflação e fechamos 2017 com um crescimento de cerca de 1%, quando se achava que seria de 0,5%”, afirma Goldfajn.
Antagonista. Segundo quem conviveu com ele ao longo de sua carreira, Goldfajn se coloca com frequência como uma espécie de “antagonista” das visões predominantes entre os analistas.“O Ilan questiona muito o ‘inconsciente coletivo’ do mercado”, diz o economista Daniel Gleizer, diretor de investimentos da BW, a empresa responsável pela gestão de recursos da família Moreira Salles, e ex-colega de Goldfajn na diretoria do BC e no Itaú. “Ele é uma pessoa de fino trato, bem humorada, mas de convicções firmes e bem estruturadas”, afirma o economista Armínio Fraga, ex-presidente do BC e sócio da Gávea Investimentos, uma empresa de gestões de recursos e participações, que chegou a dividir um apartamento com Goldfajn em Brasília, quando ele participou de sua equipe na instituição, no fim do governo Fernando Henrique.
De acordo com Goldfajn, o mais difícil até agora foi enfrentar as turbulências do mercado em três momentos distintos: após a eleição do presidente americano Donald Trump, no final de 2016, após a aprovação do Brexit pela Grã Bretanha, que definiu sua saída da União Europeia, em março de 2017, e após as denúncias do empresário Joesley Batista, da JBS, contra o presidente Michel Temer, em maio do ano passado. “Tivemos de intervir no mercado para manter a normalidade”, diz.
Com a proximidade das eleições, que deverão aumentar as incertezas dos investidores, Goldfajn não terá vida fácil em 2018. A eventual alta dos juros americanos poderá contribuir para agravar a situação. Mas ele parece determinado a garantir uma travessia tranquila para o País em meio às turbulências. “O Banco Central é um órgão técnico, com autonomia ‘de facto’, e vamos tentar trabalhar independentemente de onde a política vai nos levar”, afirma. “Esse cenário benigno no mundo não vai continuar para sempre. A gente não sabe quando, mas em algum momento o juro vai subir lá fora.” Agora, pelos resultados que alcançou até o momento, Goldfajn mostrou que reúne as credenciais necessárias para acertar outra vez a calibragem da política monetária.
Fonte: O Estado SP

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Veja informações e saiba como se inscrever na Universidade Aberta à Terceira Idade

Veja informações e saiba como se inscrever na Universidade Aberta à Terceira Idade

Projeto para idosos na USP, em São Paulo, tem 4743 vagas.

Por SP1, São Paulo
 



As inscrições para o primeiro semestre da Universidade Aberta À Terceira (UATI) Idade da Universidade de São Paulo (USP) terminam nesta sexta-feira (2). Os interessados não precisam ter vínculo com a universidade e devem ter mais de 60 anos.
Em sua 48ª edição, a UATI disponibiliza 4743 vagas, divididas entre disciplinas regulares, oferecidas nos cursos de graduação, e atividades complementares, como cursos, palestras, excursões, práticas esportivas e didático-culturais.
Atividades esportivas exclusivas para idosos também têm vagas em programas como Dança Circular, Ginástica Adaptada, Musculação, Pilates e Equilíbrio e Treinamento Funcional. Além disso serão oferecidas atividades culturais com especialistas de diversas áreas, como Alimentação Saudável do Corpo e da Mente, Artesanto, Criação e Produção de Vídeo, Oficinas de Nutrição, Oficinas de Memória e Teatro e Dança.

Serviço

Universidade Aberta à Terceira Idade
A relação completa de atividades está disponível no site.
Inscrições para disciplinas regulares: de 29 de janeiro a 02 de fevereiro de 2018 − Vagas limitadas disponíveis por ordem de chegada.
Inscrições para as atividades complementares: Cada unidade define seu calendário de inscrição, portanto, é imprescindível observar as informações de cada atividade na consulta ao site.
Todas as atividades são gratuitas e as inscrições são abertas para os interessados acima de 60 anos.
Contato para dúvidas e informações: (11) 3091-9183, das 8h30 às 12h e das 13h30 às 17h, ou pelo e-mail 3idade@usp.br.

http://prceu.usp.br/3idade/
http://prceu.usp.br/3idade/at_cultural/criacao-e-producao-de-video/
http://each.uspnet.usp.br/site/como-chegar.php?item=apresentacao




Atividade Didático-Cultural

Criação e Produção de Vídeo



Clique aqui para realizar a inscrição do aluno
Objetivos
Tipo de AtividadeDidático-Cultural
Pré-requisitosnenhum
ResponsávelProfª Drª Maria Luisa Trindade Bestetti e Rogério Pimenta
ccex-each@usp.br
(11) 3091-1016
PeríodoDe 05/03/2018 até 27/06/2018

Turma 1

HorárioQuarta-feira das 13:00 às 15:00
Vagas15

Localização

UnidadeEscola de Artes Ciências e Humanidades EACH-USP
Local
EndereçoAv. Arlindo Béttio, 1000 - 1º semestre - SP
CEP: 03828-000

Informações e Inscrições

LocalEACH-USP
Av Arlindo Béttio, 1000 - 1º semestre - SP
CEP: 03828-000
E-mailccex-each@usp.br
Telefone(11) 3091-1016
Período de inscriçõesDe 05/02/2018 às 14:00


Como Chegar na EACH | USP LESTE


Escola de Artes, Ciências e Humanidades
Universidade de São Paulo
Av. Arlindo Béttio, 1000 Ermelino Matarazzo
São Paulo - SP CEP: 03828-000
Informações: (11) 2648-0067
Até 06/02/2018 às 17:00


quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

PALMEIRAS SUPER ESTRUTURADO FINANCEIRAMENTE, PALMEIRAS VAI PAGAR TODA DÍ...

Por julgamento de Lula, Tribunal da Lava Jato altera até sua rotina

Por julgamento de Lula, Tribunal da Lava Jato altera até sua rotina

Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, em Porto Alegre, suspendeu os prazos e intimações nos processos físicos e eletrônicos em curso nos dias 23 e 24 de janeiro



Ricardo Brandt e Luiz Vassallo
11 Janeiro 2018 | 19h39


TRF4. Foto: Sylvio Sirangelo/Estadão
O julgamento de Lula provocou mudanças na rotina do Tribunal da Lava Jato. Nesta quinta-feira, 11, o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, informou que os prazos e as intimações nos processos físicos e eletrônicos em curso na Corte foram suspensos nos dias 23 e 24. O expediente também será alterado nessas datas. 
No dia 24, uma quarta-feira, o Tribunal vai julgar os recursos de Lula, condenado pelo juiz Sérgio Moro a uma pena de 9 anos e seis meses de prisão, e de outros seis réus no processo do famoso triplex do Guarujá.
A suspensão leva em conta as medidas que estão sendo adotadas pelos órgãos de segurança pública do Estado do Rio Grande do Sul e pela Polícia Federal ‘para garantir a segurança do público interno e externo durante a realização do julgamento da Apelação Criminal nº 5046512-94.2016.4.04.7000 
  • no dia 24 de janeiro, 
  • às 8h30, 
  • pela 8.ª Turma’.

Por meio da portaria 32/2018, o presidente do TRF4, desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores, estabeleceu que o expediente no tribunal no dia 23 de janeiro será das 8h às 12h.
ENTENDA COMO VAI SER O JULGAMENTO NO TRIBUNAL DA LAVA JATO
  1. A sessão do dia 24 terá abertura abertura decretada pelo presidente da 8.ª Turma, desembargador federal Leandro Paulsen.
  2. Após, o relator, desembargador federal João Pedro Gebran Neto, faz a leitura do relatório do processo. 
  3. Em seguida, ocorre a manifestação do Ministério Público Federal que, levando em conta que recorre quanto à situação de diversos réus, terá o tempo de 30 minutos.
  4. Depois, é a vez dos advogados de defesa, com tempo máximo de 15 minutos cada réu.
  5. Ao todo será disponibilizada uma hora para o conjunto das sustentações orais da defesa, de modo que possam reforçar oralmente, nesta sessão, suas razões e seus pedidos.
  6. A seguir, Gebran lê o seu voto e 
  7. passa a palavra para o revisor, desembargador Leandro Paulsen, que dá o voto.
  8. Paulsen é seguido pela leitura de voto do desembargador federal Victor Luiz dos Santos Laus.
  9. Paulsen, que é o presidente da turma, proclama o resultado.

Pode haver pedido de vista. Neste caso, o processo será decidido em sessão futura, trazido em mesa pelo magistrado que fez o pedido.

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