quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Crise política - Acontece hoje

Crise política

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14:28

Comissão especial sobre impeachment será instalada na segunda-feira

Líderes partidários e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) fecharam nesta quinta-feira (3) um acordo para que todas as legendas representadas na Casa indiquem, até as 14h da próxima segunda-feira (7), os nomes de deputados que integrarão a comissão especial que vai analisar o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A intenção é instalar o colegiado em uma sessão extraordinária marcada para as 18h. A comissão especial deve se reunir imediatamente depois para escolher, em votação secreta, o presidente e o relator do caso. Leia Mais

Plenário da Câmara inicia leitura do pedido de impeachment contra Dilma

O deputado Beto Mansur (PRB-SP), primeiro-secretário da Câmara, realiza neste momento, no plenário, a leitura do pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT), que foi aceito ontem pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), feito pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Conceição Paschoal. Em seguida, Cunha fará a leitura de seu parecer.

Reunião entre Dilma e ministros preparará governo para "embate", diz Wagner

A presidente Dilma Rousseff convocou para a tarde desta quinta-feira  uma reunião com os ministros da coordenação política do governo para discutir as estratégias para enfrentar a deflagração do processo de impeachment no Congresso. "Vai ser uma reunião para preparar toda a nossa base para esse embate político que está começando", disse o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner. Leia Mais

Impeachment não muda posição do PSDB sobre Cunha, diz líder do partido

O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Carlos Sampaio (SP), afirmou que não há a "menor possibilidade" de o partido mudar o posicionamento na representação contra Eduardo Cunha no Conselho de Ética depois de o peemedebista deflagrar o processo contra a presidente. "O impeachment não mudou a posição do PSDB sobre a necessidade de afastamento do presidente Eduardo Cunha", disse Sampaio. Entre os 21 membros do Conselho de Ética, dois são do PSDB: os deputados Betinho Gomes (PE) e Nelson Marchezan Júnior (RS), que anunciou que votará pela continuidade do processo por quebra de decoro parlamentar contra o peemedebista.  Leia Mais

Temer aconselha Dilma a evitar confronto com Cunha

No encontro realizado com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto na manhã desta quinta-feira, o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), aconselhou a petista a ter uma postura institucional e evitar um confronto direto com o presidente da Câmara. O receio é que uma polarização entre os dois amplie o desgaste de Dilma. Segundo relatos, Temer fez apenas uma análise política do momento atual, não se adentrando em questões jurídicas que deverão ser encampadas pela equipe da presidente. A reunião entre Dilma e Temer durou cerca de 20 minutos e foi a primeira após Cunha anunciar que daria prosseguimento ao processo de impeachment. Leia Mais

Jaques Wagner diz que quem mentiu foi Cunha

O ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, rebateu novamente o presidente da Câmara: "quem mentiu foi ele". Ele negou ter se encontrado com o deputado André Moura (PSC-PE) para falar sobre o arquivamento do pedido de impeachment. "O deputado Moura não esteve com a presidente, esteve comigo. Eu sempre discuti pauta econômica com ele, [que funcionava] como emissário da Câmara. Eu nunca conversei com André Moura sobre arquivamento ou não de pedido de impeachment", disse Wagner. Wagner também acusou a oposição de “perder no campo e tentar ganhar no tapetão” e atacou Cunha, a quem considerou “o grande derrotado nesse processo”. “Cunha perdeu a legitimidade para estar na presidência da Câmara. Ele usa o cargo para obstruir o Conselho de Ética”, disse o ministro, lembrando a investigação do conselho contra o presidente da Câmara por sua suposta participação no escândalo da Lava Jato. Leia Mais

Vídeo: Cunha diz que Dilma mentiu à nação ao negar "barganha"

Veja a entrevista de hoje do presidente da Câmara dos Deputados em que ele diz que a presidente da República mentiu ao dizer que não fez barganha para impedir a abertura do processo de impeachment.

Temer diz estar à disposição' para ajudar na defesa contra impeachment

Na reunião desta manhã, o vice-presidente da República, Michel Temer, disse à presidente estar "à disposição" para ajudar na defesa do governo. Até então, os dois só haviam se falado rapidamente por telefone nesta quarta (2), após o pronunciamento oficial em que Dilma fez ataques ao presidente da Câmara. Leia Mais

Dilma reúne Temer e ministros para discutir resposta a pedido de impeachment

O Palácio do Planalto começou a se mobilizar logo cedo para reagir ao pedido de impeachment. Dilma chamou o vice-presidente, Michel Temer, e os ministros da Casa Civil, Jaques Wagner; da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva; da Justiça, José Eduardo Cardozo; e a da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, para uma reunião em seu gabinete. Líderes de partidos da base aliada na Câmara também começam a chegar ao Palácio do Planalto para uma reunião com Berzoini, que acontecerá em seguida. 

Cunha rebate e diz que Dilma mentiu à nação

O duelo entre Dilma e Cunha recomeçou no fim da manhã desta quarta-feira (3), quando o presidente da Câmara endureceu o discurso contra a chefe do Planalto. Segundo ele, ela mentiu ao dizer que "nunca fezbarganha". "A barganha veio, sim, veio proposta pelo governo e eu recusei a barganha", declarou o peemedebista. Segundo o presidente da Câmara, o ministro da Casa Civil Jaques Wagner levou o deputado André Moura (PSC-SE), aliado de Cunha, a uma audiência com Dilma na qual foi proposta a troca do apoio pela aprovação da CPMF pelos três votos de deputados do PT no Conselho de Ética, que analisa a cassação de Cunha. O peemedebista ainda negou que a abertura do processo de impeachment seja resultado de "chantagem" com o Palácio do Planalto.  Leia Mais

Dilma disse estar "indignada" com pedido de impeachment

A reação de Dilma veio pouco depois do anúncio de Cunha. Ela se disse "indignada" com o pedido e afirmou nunca ter cometido "ato ilícito" e disse crer no arquivamento do pedido. Ela aproveitou o pronunciamento para criticar Cunha. "Não possuo contas no exterior e nem ocultei do conhecimento público a existência de bens pessoais. Não paira contra mim nenhuma suspeita de desvio de dinheiro público", disse, em referência às investigações da Operação Lava Jato sobre Cunha, suspeito de ter ocultado contas na Suíça. Leia Mais



Eduardo Cunha aceita pedido de impeachment de Dilma Rousseff

O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou na noite de quarta-feira (2) o pedido de impeachment da oposição contra a presidente Dilma Rousseff (PT). A abertura do processo de impeachment ocorreU no mesmo dia em que  deputados do PT anunciaram que votarão contra o peemedebista no Conselho de Ètica da Câmara, onde ele é investigado  por suposta participação no escândalo da Lava Jato. Com a aceitação , uma comissão de deputados será criada para emitir um parecer sobre a abertura efetiva ou não do processo. A decisão de afastar a presidente do cargo só é tomada após o trabalho dessa comissão e precisa ter o apoio de 342 deputados. Esse parecer terá ainda de ser votado em plenário e, em caso de decisão de abrir processo de impeachment, ele irá ao Senado e Dilma será afastada do cargo até o julgamento. Leia Mais

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