Petista
mente sobre barganhas, ataca Cunha para se defender e omite fraudes fiscais
Por: Felipe Moura Brasil 02/12/2015 às 20:40
Tuitadas
pós-acolhimento:
–
Governo avalia recorrer ao STF porque, no anúncio do impeachment, Cunha estava
com cadarço desamarrado e não tinha escovado os dentes.
–
Dilma está furiosa. Que bom. Se calma já é um desastre…
– Dilma
não prepara discurso. Alguém prepara para ela. Dilma só prepara a afetação de
tranquilidade.
–
Radar: Cunha pede calma e repete aos deputados eufóricos de oposição:
deveria ter acolhido o pedido de impeachment antes. Verdade.
–
Se Cunha tivesse acolhido impeachment antes, pressão da sociedade teria sido
maior e Congresso poderia não ter aprovado a nova meta fiscal.
–
Miguel Reale: “O Cunha acaba escrevendo certo por linhas tortas porque ele usou
o impeachment o tempo todo como instrumento de barganha.” Fato.
–
VEJA: Planalto tentou negociar com Cunha até o último minuto. Jacques Wagner e
José Mentor passaram a tarde no gabinete do peemedebista. Perderam.
–
Governo ofereceu a Cunha votos dos 3 petistas no Conselho de Ética e declaração
pública em apoio a ele. Cunha: “governo não entrega o que promete”.

– Auge
do cinismo de Dilma na TV foi negar que governo tentou convencer deputados
petistas a votarem por absolvição de Cunha. É a rainha da mentira.
– Dilma,
claro, transformou impeachment desejado pela maioria dos brasileiros (63%) em
questão pessoal de Cunha e omitiu crimes fiscais do governo.
– Dilma
responde a um processo de impeachment vangloriando-se de não ter cometido um
roubo comum. E daí? Processo não é criminal. É político.
–
Dilma: “Não possuo contas no exterior”. Não precisa. Dilma “possui” bancos
públicos para pagar ilegalmente despesas obrigatórias do governo.
–
Brasileiros não podem ter despesas pagas por bancos, enquanto torram
dinheiro. Dilma não pode sair impune por ter obrigado bancos públicos a
cobri-la.
–
Dilma: “São inconsistentes e improcedentes as razões que fundamentam esse
pedido”. Petista é assim: xinga as razões quando não sabe refutá-las.
–
Com admissibilidade dos processos de impeachment e da ação contra Cunha,
barganha subirá a novo patamar. Tudo tem de ser votado. E o jogo continua.
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