domingo, 8 de maio de 2016

A reforma da natureza

A reforma da natureza

Henrique Meirelles, na manchete da Folha, quer uma verdadeira reforma da natureza do governo brasileiro:
-- Um projeto fixando um teto para o crescimento dos gastos públicos, com o fim de boa parte das vinculações de receitas;
-- A reforma da Previdência;
-- A racionalização do sistema tributário.
O Antagonista cobra também apoio de Meirelles a uma devassa na Caixa, no BB e no BNDES.
Será que ele vai tão longe no caso dos bancos públicos, em especial do BNDES?


JBS pagou Focal no caixa 2 de Dilma

O Globo estampa em manchete que Xepa, a mulher do Feira, afirmou a procuradores da Lava Jato que "a JBS pagou caixa 2 à campanha pela reeleição de Dilma Rousseff. Segundo o relato, a empresa pagou diretamente a dívida do PT com a gráfica Focal Confecção e Comunicação Visual, de São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Este pagamento não está declarado à Justiça Eleitoral".
Sim, a velha e boa Focal, do velho e bom Carlos Cortegoso, tantas vezes mencionada em O Antagonista.
"Segundo Mônica, o então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, determinava que serviços gráficos de campanha deviam ser concentrados nas empresas de Cortegoso, porque ele aceitava receber os pagamentos depois das campanhas."
O jornal apurou que a Focal emitiu notas fiscais de serviços para a JBS, sem jamais imprimir nada para a empresa. E que "as notas emitidas para os pagamentos foram entregues pessoalmente na sede da JBS, em SP, por funcionários de Cortegoso."
O Antagonista insiste para que todas as gráficas da campanha de Dilma -- inclusive, claro, a nossa VTPB -- sejam investigadas a fundo.


De republicano para republicano

Em editorial, o Estadão publica que, ao ser informado sobre o teor do relatório de Antonio Anastasia, "Dilma lamentou a 'iingratidão' do ex-governador mineiro, que recebeu 'muita ajuda do governo federal' e com quem ela sempre manteve 'uma relação republicana'".
Ora, Anastasia também foi republicano no seu relatório.


Exclusivo: Quem banca os voos de Lula

O Antagonista já publicou que o jatinho Gulfstream G200 PR-WTR, usado por Lula, está registrado na Pássaro Azul, táxi-aéreo da família Constantino.
Mas agora descobrimos que o avião é usado pela WTORRE, o que sugere que os vôos do petista são bancados pela empreiteira beneficiada por ele com a bilionária obra da sede da Petrobras.
Os registros oficiais indicam que a aeronave foi adquirida pela WTORRE e depois repassada à Pássaro Azul, mas na prática continua sendo da empreiteira. Jogo combinado.

Por que a pressa, Bendine?

A Petrobras anunciou no início da semana a venda de seus ativos na Argentina.
O Antagonista sabe que Aldemir Bendine, o Dida, cobrou pressa na conclusão do negócio bilionário. Em 15 dias, a gerência responsável pela negociação foi trocada três vezes.
O comprador foi o empresário Marcelo Mindlin, amigo de Cristina Kirchner. Ele esteve vários dias no Rio para reuniões com executivos da estatal.
Por que a pressa em fechar o negócio quase uma semana antes de Dilma Rousseff ser afastada e do próprio Dida deixar seu cargo?

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