domingo, 8 de maio de 2016

Jucá, presidente do partido, afirma que arrecadação foi legal

Jucá, presidente do partido, afirma que arrecadação foi legal

POR RICARDO BRANDT, ENVIADO A CURITIBA
08/05/2016, 07h52
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Senador, cotado para assumir Ministério do Planejamento, nega irregularidades, assim como outros citados
Romero Jucá. Foto: André Dusek/Estadão
Romero Jucá. Foto: André Dusek/Estadão
O PMDB nega envolvimento em ilícitos. O presidente do partido, senador Romero Jucá, divulgou nota via assessoria de imprensa. “O PMDB sempre arrecadou recursos seguindo os parâmetros legais em vigência no País. Doações de empresas eram permitidas e perfeitamente de acordo com as normas da Justiça Eleitoral nas eleições citadas”, afirmou ele, cotado para assumir o Ministério do Planejamento de um eventual governo de Michel Temer.
Na nota, o partido informa que “em todos esses anos, após fiscalização e análise do Tribunal Superior Eleitoral, todas as contas do PMDB foram aprovadas não sendo encontrado nenhum indício de irregularidade”. O PMDB negou todas as acusações de delatores. E disse que nunca autorizou ninguém a ser intermediário do partido para arrecadar recursos.
Procurado, Eduardo Cunha não foi localizado. O presidente afastado da Câmara vem negando envolvimento no esquema de corrupção na Petrobrás.
O senador Renan Calheiros nega relação com o esquema e recebimentos de propina. Jorge Zelada, por meio de sua defesa, disse que as denúncias contra eles são “absolutamente improcedentes” e que ele não recebeu propina. A defesa de João Henriques não foi localizada. Em outras ocasiões, ele negou irregularidades e informou ter recebido comissões por intermediações de contratos. Nestor Cerveró e Fernando Baiano confessaram envolvimento com o esquema, em suas delações.

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