MO vai implodir Dilma
Alberto Bombig, no Estadão:
"Líderes do PT e ex-ministros da petista afirmam que Marcelo Odebrecht, preso desde o ano passado em Curitiba, deve dar detalhes e fornecer provas sobre as contribuições do conglomerado de empresas às campanhas de Dilma Rousseff em 2010 e em 2014 capazes de enfraquecer a tese de que ela foi vítima de um 'golpe', hoje a principal e quase única estratégia de defesa de Dilma e do partido."
Dilma só volta para Porto Alegre.
Kakay vai tentar anular áudios de Jucá
Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado de Romero Jucá, vai pedir a anulação das gravações feitas por Sérgio Machado, informa Mônica Bergamo.
Kakay defende que, se não houve autorização judicial, os áudios não podem ser usados como prova contra seu cliente.
Dinheiro ilegal para Renan, Jucá e Sarney
O Globo:
"A delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado não se resume a gravações de conversas que teve com o presidente do Senado, Renan Calheiros, com o ex-presidente José Sarney e com o ex-ministro do Planejamento Romero Jucá. Numa série de depoimentos prestados à Procuradoria-Geral da República, Machado falou sobre a arrecadação de dinheiro de origem ilegal para políticos aliados, entre eles Renan, Jucá e Sarney, segundo disse ao GLOBO uma fonte que acompanha o caso de perto."
Se a Justiça homologou um acordo de delação premiada com Sérgio Machado, é porque ele deve ter contado muito mais do que dá a entender nos áudios divulgados até o momento.
A ver.
O reino dos comissionados
O TCU identificou que, em média, 30% dos funcionários da administração federal têm cargo ou função comissionada, noticia o G1. No Legislativo, a turma da remuneração extra representa 79,4% do total.
O tribunal indica, ainda, que 40% desses cargos são ocupados por pessoas sem vínculo com a administração pública.
Já que Romero Jucá saiu, o governo de Michel Temer poderia rever a meta do ex-ministro de cortar irrisórios 4 mil comissionados.
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