Apenas um capítulo
A Lava Jato continua.
O Estadão, em editorial, diz que ainda é cedo para prever quem conseguirá sobreviver às denúncias:
“Nem bem terminou a sessão da Câmara que aprovou o prosseguimento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o País foi informado de que, na Operação Lava Jato, surgiram mais indícios de crimes que teriam sido cometidos pela própria Dilma e por outras figuras de proa da República. Ao que parece, o impeachment, por mais dramático que seja, será apenas um capítulo, e não o epílogo, da purgação da política nacional (…)
Nesse cenário, a única certeza é que não se sabe o que mais está por vir. O impeachment de Dilma, hoje dado como certo, não encerrará, em nenhuma hipótese, a marcha de acontecimentos que já ninguém controla. Por mais que Dilma apele a seu passado de torturada pela ditadura para se dizer perseguida, por mais que Renan e Cunha se julguem protegidos pelos cargos que ocupam, por mais que Lula pense estar acima da lei por se considerar o salvador dos pobres, todos eles, e também seus inúmeros cúmplices, muitos em posição de destaque na política e na economia, terão de se ver com a Justiça, mais cedo ou mais tarde. Que o País tenha firmeza e serenidade para enfrentar os próximos capítulos desse intenso drama”.
Temer é o melhor
O esquema montado pelo PT ainda está sendo revelado pela Lava Jato. E, como disse o editorial do Estadão, ninguém sabe o que está por vir.
Nesse sentido, nada melhor do que o governo transitório de Michel Temer.
Ele tem duas missões:
1 - Salvar o Brasil da bancarrota.
2 - Permitir que, em 2018, os eleitores possam escolher um presidente sem denúncias criminais.
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