A greve geral do PT miou
Rui Falcão pode ir sozinho à greve geral que o PT pretendia fazer amanhã.
Centrais sindicais e outros apêndices petistas não irão.
"A fala do Rui Falcão está descolada da realidade", diz o presidente da CUT de São Paulo, registra a Folha.
Sem pixuleco, tudo fica mais difícil.
A Paulista não é de Dilma e Lula
"Dilma e Lula vão participar do ato que as frentes Brasil Popular e Brasil Sem Medo farão na sexta-feira, na Avenida Paulista", informa a coluna do Estadão.
Nossa resposta virá em 31 de julho.

Vai estudar...
Circula nas redes sociais o vídeo de uma briga entre estudantes da UnB contrários e favoráveis ao indicativo de greve aprovado ontem por um grupo de professores "até que Dilma retorne".
Repetimos: o petismo acabou com a universidade.
A propina com assinatura
Diz a reportagem de O Globo:
"Zwi Skornicki, representante no Brasil do estaleiro Keppel Fels, contou à Lava Jato que o então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, lhe pediu US$ 4,5 milhões (R$ 15,2 milhões) para ajudar a financiar a campanha pela reeleição de Dilma Rousseff, em 2014.
O pagamento foi feito diretamente em uma conta do marqueteiro João Santana na Suíça, e não foi declarada à Justiça Eleitoral".
Só para lembrar: a PF apreendeu um bilhete assinado pela mulher de João Santana, Mônica Moura, orientando Zwi Skornicki sobre o depósito da propina.

Conteúdo internacional
Os depoimentos de Zwi Skornicki mostram que Dilma Rousseff foi eleita com dinheiro roubado da Petrobras.
Com um agravante: o dinheiro veio do exterior. O TSE pode cassar o registro do PT por causa disso.
Diz O Globo:
"Uma empresa de Zwi, a offshore Deep Sea Oil Corp, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, fez nove repasses (de US$ 500 mil cada) para a conta suíça da offshore Shellbill Finance S/A, registrada na República Dominicana e pertencente a João Santana e à mulher dele, Mônica Moura".
O estaleiro Keppel Fels é estrangeiro. A empresa de Zwi é estrangeira. A offshore de Feira e Dona Xepa é estrangeira. De conteúdo nacional, no caso, só há Dilma Rousseff e o PT.
Aqui jaz Dilma Rousseff
O necrológio de Dilma Rousseff na primeira página de O Globo (ou, como diria Marcelo Odebrecht, "dizer do risco cta suíça chegar campanha dela"):

A trilha da propina para Dilma
Dilma Rousseff se danou de uma vez por todas.
O depoimento de Zwi Skornicki, que confessou o pagamento de 4,5 milhões de dólares em propina para a campanha de 2014, enterra qualquer fantasia de seu retorno ao Palácio do Planalto.
A Lava Jato tem todas as provas para fechar o caso rapidamente: o bilhete de Dona Xepa solicitando o pagamento no exterior, os extratos bancários com os depósitos do operador do petrolão para os marqueteiros de Dilma Rousseff, o relato de Zwi Skornicki sobre seu acordo com João Vaccari Neto para o pagamento de propina destinado à campanha de Dilma Rousseff.
Sempre soubemos que o caixa do PT e o caixa da campanha presidencial eram a mesma coisa. Agora temos a prova.
TSE decide hoje o futuro de Temer
O plenário do TSE julga hoje o recurso de Michel Temer para separar as contas de sua campanha daquelas de Dilma Rousseff.
O esquema revelado pelo delator Zwi Skornicki deve facilitar a tarefa.
O dinheiro roubado da Petrobras entrou na campanha de Dilma Rousseff através de um esquema de pagamento de propinas coordenado pelo tesoureiro do PT e destinado ao marqueteiro do PT.
Não há nenhuma prova de que o peemedebista tivesse conhecimento do esquema.
Se o TSE acatar o recurso de Michel Temer, a ideia de cassar seu mandato e convocar novas eleições vai para o beleléu.
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